sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Eu sou a Primavera



Vocês já perceberam que, geralmente, nossa estação favorita do ano pode indicar muito sobre a nossa personalidade e nossas preferências? Alguém que tenha predileção pelo verão, provavelmente é extrovertido e ama usar regatas e shorts.

E o que eu vejo de mim na primavera? Eu raramente prefiro os extremos: gosto mais de um equilíbrio; e se for para exagerar, pendo mais para o lado "iluminado", igual à primavera. Ela não é a estação do frio nem do calor, porém é mais "puxada" para esta última.

Época das flores...Elas que são de tantas cores, tantas formas, e todas lindas de suas próprias maneiras. Que mesmo sendo tão frágeis podem marcar toda uma vida. Iluminam e enfeitam qualquer lugar. São vida, mas também estão presentes na morte.




(Quisera eu ser flor...Cuidar e me orgulhar da minha aparência sem medo dos pés que ainda pisarão em mim).

Sim, primavera, sim! Você é a minha escolhida! Com seu verdejar é esperança, é harmonia e cor, é vida e alegria, é um sorriso acalentador depois do frio invernal...

Bem-vinda, primavera 2013! Faça de nós flor.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Foto da Semana #9- Ademir Pavarina

Chegamos à penúltima Foto da Semana do ano de 2013. Semana que vem eu conto os detalhes dessa mudança.

Estava navegando pelo Flickr, procurando o próximo fotógrafo que eu iria convidar, e encontrei a galeria do Ademir. Achei suas fotos bem diferentes de tudo que já passou por aqui, então decidi tentar a sorte, e ele felizmente me mandou uma foto e a história. Confira:

466 082013 Tigre siberiano

"É difícil poder definir ou até mesmo escolher dentre tantas imagens que já realizei , e que as vezes com sentimentos confusos por achar e acreditar que todos os registros realizados por fotógrafos profissionais ou amadores como é meu caso, são momentos únicos e uma vez registrado ficará de certa forma para a história, como um olhar fotográfico muito voltado a natureza, mando aqui minha escolha , uma foto realizada no Zoo parque Itatiba, de uma maravilhosa espécie, um Tigre Siberiano que na ocasião nem por reza brava quis dar o ar da graça . ficou deitado na saída de sua toca, para insatisfação de todos os olhares curiosos e atentos que se encontravam no local, para minha felicidade e de minhas filhas e esposa , que me acompanham em todas as saídas fotográficas que fazemos, consegui realizar esta imagem. Espero que gostem. "
Eu amei, e vocês? O Ademir fotografou muitos outros animais, acredito que neste mesmo dia, e tudo está muito lindo. Veja isso e muito mais na galeria dele no Flickr.



quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dica do Blog: o Salão do Estudante está chegando a São Paulo

Com duas edições a cada ano, uma em março e outra agora em setembro, o Salão do Estudante é a maior feira de intercâmbios da América Latina!

Ano passado eu fui e super recomendo para todos que estiverem pensando em fazer intercâmbio (e também para os pais). São vários estandes de universidades estrangeiras, agências brasileiras, e até consulado norte-americano e entrevistas na hora para você trabalhar lá fora (é necessário ter 18 anos). Isso além de várias palestras e até sorteios de viagens!

Amanhã (26) será a vez de Ribeirão Preto, depois do evento ter passado por Salvador, Recife, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro e Curitiba. São Paulo é sempre agraciada com dois dias, e nesta edição são 28 e 29 de Setembro, próximos sábado e domingo.

Se você mora em outra cidade/estado e não pôde/vai poder comparecer, não se preocupe pois, como já disse, são duas edições a cada ano. Daqui a pouco, em março, haverá mais uma.

As inscrições são feita no site, e é tudo gratuito. O horário é das 13:00 às 19:00, e o local é fácil de se chegar, já que é numa alameda da Avenida Paulista. Veja isso e mais informações no site.

Para terminar, quero mostrar para vocês o que eu ganhei num jogo em um estande argentino: um caderno, um livro 2 em 1, um adesivo, um boné e uma caixinha de marcadores de página magnéticos.





Infelizmente, não consegui achar a bolsa e o livro-guia da Argentina que vieram junto.

Espero que possam ir, é realmente uma ótima oportunidade.

domingo, 22 de setembro de 2013

Leitora Viciada: Vale-Cultura: Empresas poderão participar do Progr...

Leitora Viciada: Vale-Cultura: Empresas poderão participar do Progr...: Oi, Leitoras e Leitores Viciados, esta é uma notícia de 06 de setembro de 2013 da Câmara Brasileira do Livro , sobre o Vale-Cultura : Fo...

Sobre a festa que eu não quero (posso) perder mais uma vez

A festa será só daqui a 3 anos, mas os preparativos já começaram; pelo Anfitrião e pelos convidados. Ele está feliz pelo sucesso de sua última festa, e quer que a próxima seja ainda melhor.

(Se você está com saudades dele, saiba que ele é um anfitrião diferente: ele nunca se ausenta)

Há muita gente nervosa em não conseguir chegar à festa. Entretanto, como será a festa do ano, eles estão fazendo de tudo para ir.

Ir e, junto com seus companheiros de viagem, reencontrar os amigos feitos na última festa e fazer mais. Porque essa é uma certeza: novos amigos serão feitos.

E o que é festa sem música e dança? Sim, haverá muito disso. Eles vão festejar do jeito que sabem, e aprenderão outras formas também. Ah...Quanto aprendizado essa festa traz...

Serão dias (isso mesmo, festa boa demora para acabar) onde não dormirão como costumam, dormirão tarde para acordar cedo, terão uma experiência singular com o anfitrião e com eles mesmos.

No fim, ninguém vai querer voltar. Quem quer sair de uma festa perfeita? Porém, essa é uma das belezas da festa: ela te anima a seguir em frente, festejando de outras maneiras, continuando a encontrar-se com o Anfitrião e levando-no a todo lugar que for.

Chegarão cansados (bota cansados nisso), mas renovados. Ansiosos pela próxima festa, e determinados a não deixar esse espírito esvair-se.

Porque, afinal, festa boa mesmo é aquela que muda sua vida.











sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Foto da Semana #8- Carmen Jost

Chegamos à oitava Foto da Semana. E como sempre, eu estou muito empolgada para que vocês vejam a fotografia da vez.

A convidada de hoje é a Carmen Jost, lá do Paraná. Ela não me submeteu à tortura, embora um tanto quanto agradável, de escolher a foto. Ela mesmo elegeu essa imagem lindíssima e mandou a história para mim. 



From the morning heat

Eu sempre quis tirar uma foto deitada em meio a uma estrada mas nunca tive a oportunidade, seja por falta de câmera na hora ou de uma estrada tranquila. Neste dia eu estava em uma festa julina como fotógrafa e saí correndo atrás de umas meninas que estavam fugindo da "cadeia" para conseguir algumas fotos legais e mais conceituais. Elas então começaram a sentar no meio de uma rua e me pediram para tirar algumas fotos e com a ocasião eu aproveitei para elas tirarem umas minhas também, porém acabaram meio tremidas. Logo em seguida elas saíram para dentro do bosque ao lado para se esconder dos rapazes que iriam prendê-las e eu não tive a oportunidade de pedir para tirarem mais e, como todos sabem, o pôr-do-sol não dura para sempre. Como eu queria aproveitar o máximo de luz possível que ainda restasse, saí correndo para chamar minha amiga e entregá-la o papel de fotógrafa por uns minutos para me ajudar a realizar um pequeno desejo :)

É muito bom quando eu abro o link da foto que o fotógrafo mandou e me deparo com uma beleza dessas...Dá vontade de fazer um pôster e colar no quarto, não é mesmo?! Amei as cores do vestido e as luzes do que me parece um entardecer.

Para você que, assim como eu, amou a foto, visite a galeria dela no Flickr. Além disso, ela também tem um blog, o Broken Belief. Lá ela comenta as fotografias dela, além de falar sobre música e outros assuntos do seu interesse. Vale muito a pena conferir!

Lembrando que se quiser usar alguma foto dela, sempre peça sua permissão.

Espero que tenham gostado, até a próxima!

PS: O Projeto Foto da Semana só terá mais duas edições. Se você quiser participar, clique em Projeto... no começo desse parágrafo e saiba como.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Arrependimentos de intercâmbio

Dezembro passado eu estive em Valência, cidade ao leste da Espanha. Depois de 3 anos estudando espanhol aqui no Brasil, decidi que meu destino seria a terra da (deliciosa) tortilla de patatas. Foi um mês maravilhoso, onde eu pude fazer o que vocês já sabem de intercâmbio: melhorar o idioma, conhecer pessoas daquele país e do mundo, e inserir-me em outra cultura. Tudo de bom, sim. Porém, como nada é redondamente perfeito, você sempre volta achando que poderia ter aproveitado mais.





Aqui estão meus cinco arrependimentos:


  • Não ter comprado mais livros: Tudo bem que lá livro é mais caro que aqui, mas quem procura acha. A minha mãe espanhola até me indicou um lugar que tinha livros baratinho, e eu nem fui checar. Também, não sei como eu poderia enfiar mais coisa na minha mala... O único que eu comprei foi La Huésped (A Hospedeira, que tem uma pequena resenha aqui no blog), ou seja, nem literatura hispana foi.
  • Não ter tirado fotos da minha turma: Eu não fiz nenhuma amizade forte lá, e uma das razões era que sempre estavam chegando mais alunos enquanto outros saíam, seja para seus países ou para outros níveis. Mas isso não impede eu tirar alguma foto, porque de uma forma ou de outra eles fizeram parte da minha vida. Mas quem disse que a falta de intimidade e minha timidez deixaram?
  • Não ter tirado mais fotos com minha família: Eu só tirei UMA, um dia antes de viajar. Eu saí com minha mãe espanhola três vezes e em nenhuma eu registrei o momento. Ai, ai, Natalia...
  • Não ter invadido a faculdade de Tradução: A hora da comédia. Mas é verdade, eu queria ter ativado minha cara de pau e perguntado se eu poderia assistir a uma das aulas, ou pelo menos conhecer o prédio. Eu fiquei só no hall de entrada...A minha desculpa é que na ocasião eu estava com pressa para ir a outro lugar, mas a vontade ficou...
  • E o último arrependimento é eu ter esquecido qual é o último arrependimento. Mas quer saber? Melhor assim. Isso quer dizer que a viagem valeu muito a pena, então qual o propósito de ficar quebrando a cabeça lembrando do que não aconteceu em vez de focar nas coisas maravilhosas que aconteceram?



Espero que meus arrependimentos sirvam de lição para vocês, não só para futuro intercâmbios, mas outras viagens também.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Especial Independência do Brasil

Como não tenho certeza se dia 7 estarei em casa para postar isso, decidi adiantar minha homenagem aos 191 anos de independência do nosso Brasil. Para tanto, eu vou usar uma revistinha que meu pai ganhou numa oficina, da Fundação Educar DPaschoal, feita pela Patrícia Engel Seco. Ela explica estrofe a estrofe o nosso Hino, cuja letra é de Joaquim Osório Duque Estrada, e a música, de Francisco Manuel da Silva. A linguagem é bem simples, pois o público alvo são as crianças. Entretanto, é muito interessante mesmo para os mais crescidinhos.

Coloque o hino para tocar e leia sua interpretação:



(Estrofe 1)
Nosso Hino começa fazendo-nos lembrar de quando dom Pedro I declarou, com um famoso grito, a independência do Brasil, no dia 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo.

(Estrofe 2)
Esta parte conta que, mesmo depois de declarada nossa independência, tropas portuguesas ainda tentaram fazer com que fosse restabelecido o antigo regime colonial. Mas as forças brasileiras derrotaram as portuguesas com braço forte.

(Refrão 1)
Ó Pátria amada, adorada, Viva! Viva!

(Estrofe 3)
Nossa Pátria deve ser amada e idolatrada por todos os brasileiros. O Cruzeiro do Sul é uma constelação maravilhosa, um conjunto de estrelas em forma de cruz, que pode ser visto no hemisfério Sul. Isso é um motivo de orgulho para os brasileiros, que podem avistá-lo de quase todo nosso território.

(Estrofe 4)
O Brasil é belo, é forte, repleto de riquezas naturais, e o nosso povo é maravilhoso. Então, o futuro grandioso de nossa Pátria foi aí comparado ao tamanho do seu território.

(Refrão 2)
Brasil, ó Pátria amada, entre outras mil terras somente tu és nossa terra adorada! Entre outros muitos países, somente tu és nosso país!

Brasil, nossa Pátria amada, é a mãe gentil dos filhos deste solo, de todos os brasileiros.

(Estrofe 5)
Nossas matas, florestas e animais são maravilhosos, assim como nossas praias e mares. Por isso, o nosso país é considerado uma joia brilhante e preciosa.

(Estrofe 6)
O Hino, aqui, fala novamente das riquezas naturais do Brasil e de toda vida protegida em seu território.

(Refrão 1)
Ó Pátria amada, adorada, Viva! Viva!

(Estrofe 7)
Brasil, sua bandeira estrelada é símbolo de amor eterno, e suas cores verde e amarelo significam paz no futuro e glória no passado.



(Estrofe 8)
Mas, se o uso da força for necessário para que se faça justiça, Brasil, tu verás que os teus filhos, que te adoram, não fugirão da luta, não temendo nem mesmo a própria morte.

Clava é uma espécie de arma antiga, como um bastão daqueles usados pelos homens das cavernas!

(Refrão 2)
Brasileiros, como nós, que nos orgulhamos tanto de nossa Pátria, podemos expressar todo esse orgulho cantando nosso Hino, bem alto, bem forte, retumbantemente!

Agora só falta a última dica. Para não confundir a quarta estrofe da primeira parte com a quarta estrofe da segunda parte, lembre-se sempre da frase: UM SONHO DE AMOR. Na primeira parte, a quarta estrofe começa assim: Brasil, um sonho intenso, um raio vívido... Na segunda parte, o primeiro verso da quarta estrofe diz: Brasil, de amor eterno seja símbolo... Viu? Um sonho vem antes, na primeira parte, e de amor, depois, na segunda parte! Não dá para errar!


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A Rua da Vida (Conto)

Todo dia Ana descia a Rua da Vida, muitas das vezes correndo para não se atrasar para o trabalho. Seus passos já eram quase automáticos; quando saía de casa com outra direção do trabalho, via-se embrenhando pela mesma rua.

Era manhã, e lá ela ia de novo.

-Bom dia, Aninha! Bom dia de trabalho, filha!

Aquela mesma voz forte, suave e reconfortante a cumprimentava todos os dias. Era o Seu Omar. Ela sempre gostou de velhinhos, até com os rabugentos se esforçava. Dava-lhe prazer, uma alegria serena em vê-los, fortes e frágeis, simples e sábios, sérios e engraçados.

Já fazia quase três meses desde que eles tinham começado a se falar. Foi num dia chuvoso de verão, e Ana descia a rua como de costume. Aliás, ela até tinha outras opções de caminho até o ponto de ônibus, mas aquela sensação boa que os idosos lhe davam só tinha na Rua da Vida, com o Seu Omar. Nas outras ruas possíveis não havia um velhinho que, todo dia, estava sentado em sua cadeira de balanço às 6h:50 da manhã.

Naquele dia chovia. Seus pés chapinhavam nas inúmeras poças, e dançavam tentando fugir delas. Até que ela ouviu alguém chamando.

-Ei, mocinha!

Ouvira pela primeira vez a voz do velhinho da cadeira de balanço.

-Sim, senhor!

-Ah, deixa disso de senhor e entra aqui; deixa eu te dar umas meias novas. Se você continuar com essas vai ter uma gripe desgraçada.

-Obrigada, mas eu aguento. Desculpa, mas como o senhor se chama?

-Omar. E a senhorita?

-Ana. É um prazer te conhecer, Seu Omar. O senhor é bem disposto, hein? A essa hora em pé.

-É a velhice, filha, a velhice. Você também vai ser assim; quando não precisar mais trabalhar e acordar cedo, vai madrugar de qualquer jeito. Velho é tudo igual.

-Já que o senhor diz...Por enquanto estou acordando cedo forçada mesmo, e agora preciso ir trab...

-Não, não. Espera aí que eu vou pegar as meias. São limpinhas, viu? São da minha neta, ela esqueceu aqui nas últimas férias. Bem, agora são suas. Se tiver com vergonha, pelo menos troca lá no teu emprego, é sério.

E lá se foi o Seu Omar. Pegou os meias, entregou-as à Ana, e desde aquele dia era sempre a mesma coisa:

-Bom dia, Ana! Bom dia de trabalho, filha!

-Bom dia, Seu Omar! Obrigada.

Quando não estava atrasada, ia até o portão e ficava conversando com o amigo, sobre tudo: futebol (ela era palmeirense, e ele corintiano), comida, televisão, família, doenças, casa, notícias, trabalho, e por aí vai...

No dia seguinte, Ana descia mais uma vez a rua, mas... Silêncio. Sem nenhum cumprimento. Olhou para o lado e viu com decepção que seu amigo não estava lá. Pensou que deveria estar doente, ou mais cansado que os dias anteriores. Continuou seu caminho pensando que amanhã o veria.

O amanhã veio, mas Seu Omar, não.

-Talvez ele tenha saído, é...

Terceiro dia, e nada. E não era qualquer dia, era o aniversário de Ana. Tudo aquilo era muito estranho; seu amigo sabia e esperava ansioso por aquela data, o que estava acontecendo? Decidiu que no dia seguinte, se ele não aparecesse, iria chamar por ele na casa.

Quarto dia. Sem Seu Omar.

-Seu Omar!!! Seu Omar!!! É a Ana, Seu Omar!!!

...

-Seu Omar!!! O senhor está aí? Seu Omar??!!

-Você deve ser a Ana...

-Sim, senhora, me desculpe pela gritaria logo de manhã. É que eu costumava conversar com o Seu Omar e faz dias que eu não o vejo; fiquei preocupada.

-Eu sou a esposa dele. Entre que ele deixou uma coisinha para você. Uma carta.

Ana entrou na casa, e viu a cadeira de balanço guardada num canto.

-Ele falou que você o procuraria- disse a esposa, e entregou a carta para Ana.

"Me desculpe, Aninha... Eu tentei, juro, mas sinto que minhas forças estão acabando...Sinto que vou morrer, filha, antes de poder te parabenizar pelo teu aniversário. Mas, olha, quando eu tiver virado a tal estrelinha no céu, vou te proteger para que você possa cumprir muitas mais primaveras, ou verões, no caso. Hoje eu te dou boa noite, Aninha. Continue dando seus passos na Rua da Vida."

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Texto de minha autoria revisto pelo meu professor, Everaldo J. C. Pinheiro