domingo, 9 de fevereiro de 2014

Minhas frases favoritas de "Grande Sertão: Veredas"

  O medo que eu tinha desse livro transformou-se na mais bela admiração depois da leitura terminada. O autor, João Guimarães Rosa, é de uma genialidade sem precedentes.

  São 14 frases as escolhidas; não digo as melhores, porque seria muito difícil fazer uma lista dessas, com cada exemplo de narrativa que ele nos presenteia. Essas são somente as que eu mais quero compartilhar, as que penso que vocês mais podem se identificar.


"Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras, de recente data"- pág. 115

"Muita coisa importante falta nome"- pág. 125

"Sonhação- acho que eu tinha de aprender a estar alegre e triste juntamente, depois, nas vezes em que no Menino pensava, eu acho que."- pág. 126

"E o senhor me desculpe, de estar retrasando em tantas minudências. Mas até hoje eu represento em meus olhos aquela hora, tudo tão bom, e, o que é, é saudade." pág. 134

"O que demasia na gente é a força feia do sofrimento, própria, não é a qualidade do sofrente."- pág. 150

"(...) sempre que se começa a ter amor a alguém, no ramerrão, o amor pega e cresce é porque, de certo jeito, a gente quer que isso seja, e vai, na ideia, querendo e ajudando; mas, quando é destino dado, maior que o miúdo, a gente ama inteiriço fatal, carecendo de querer, e é um só facear com as surpresas. Amor desse, cresce primeiro; brota é depois." pág. 155



"E amizade dada é amor."- pág. 173

"Como toda alegria, no mesmo do momento, abre saudade".

"(...) só aos poucos é que o escuro é claro."

"Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura." pág. 327


"Um sentir é o do sentente, mas outro é o do sentidor." pág. 328

"O que é que uma pessoa é, assim por trás dos buracos dos ouvidos e dos olhos?"- pág. 373

"Esquecer, para mim, é quase igual a perder dinheiro"- pág. 423

"Porque aprender-a-viver é que é o viver, mesmo" pág. 601

Se quiserem saber um pouquinho mais, eu falei sobre ele no meu post "As 11 melhores leituras de 2013".

domingo, 19 de janeiro de 2014

A alegria do Facebook e a tristeza do Tumblr

  Ah, o exagero. Sempre provocando estragos.
 
  Numa conversa de metrô, escutei eu minha colega de trabalho enquanto ela expunha sua opinião sobre o que poderíamos chamar de "ditadura da felicidade". Para ela, vivemos numa cultura que exige que estejamos sempre alegres e festejantes, fenômeno grandemente influenciado pelas redes sociais, como o Facebook.
 
 Não é surpresa nenhuma quer a teoria fela seja compartilhada por muitas outras pessoas. Inclusive, já li uma reportagem sobre como o Instagram é praticamente movido a inveja. Fotos superproduzidas para exibir a todos, enquanto você admira realidades tão distantes da sua (nem sempre, claro).

  Concordo que isso não é nada saudável. Inconscientemente, nos é dada uma fórmula da "vida legal". Uma não; várias, vindas de todos os lugares. Não quero  dar uma de chata-que-implica-com-tudo, não me levem a mal. Mas é necessário ficar atento, não deixar-nos cegar por palavras às vezes vazias e flashes banais. E não nos esquecermos que a vida também vai ser triste, difícil, q que nada disso é errado; somente humano.

  E é aqui que eu quero começar a falar do Tumblr. Essa é a minha rede social favorita, acho-a muito engraçada.Talvez vocês não estejam entendendo. "Mas no título não é 'a tristeza do Tumblr'?". Pois bem, já vou explicar.

  São postagens que, confesso, geralmente me divertem. Entretanto, quais seriam suas tristes causas e consequências? E quando elas exageram? Eu estou falando dos posts autodepreciativos, e dos que também exaltam a timidez em excesso, comportamentos antissociais, etc.

  Vejo essas atitudes como uma forma de abraçar o que essas pessoas têm dificuldade em vencer. Isso pode ser bom, até porque, muitas vezes, o humor está lá em peso, e ele é um dos melhores remédios. Mas pode ser ruim quando isso diminui sua autoestima e sua dignidade como ser-humano.

  Mais equilíbrio, por favor, Nossa vida é feita de alegrias e tristezas, e é muito válido que você compartilhe-as, na dose certa, com o mundo, Acredito no poder de exaltarem mais a felicidade , mas creio que não devemos endeusar, artificializar nenhum desses sentimentos. Temos que entendê-los, aprender a conviver com eles e, enfim, escolhermos levá-los adiante ou arrancá-la e jogá-los para longe.

  Nem a alegria artificial do Facebook nem a tristeza endeusada do Tumblr.

  A verdade da vida.

domingo, 29 de dezembro de 2013

As 11 melhores leituras de 2013

Primeiramente, feliz Natal!

O meu critério foi simples: postar quais foram os livros que eu dei nota 5 no Skoob, o que acabou sendo onze. A ordem indica somente a sequência que eu li, nada de melhores e piores, e entre parênteses está a data em que eu terminei a leitura.

1- The Descendants, da Kaui Hart Hemmings (15/04)

Leia a minha resenha aqui

"That's how you know you love someone, I guess, when you can't experience anything without wishing the other person were there to see it, too."

Tradução livre: Eu acho que é assim que se sabe que amamos alguém, quando em qualquer experiência nossa fica impossível não desejar que a outra pessoa também estivesse lá para ver.









2-  Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século, seleção de Ítalo Calvino (05/06)

Acho uma literatura quase obrigatória. Claro que há contos que eu gostei mais que outros, mas num geral, o livro me satisfez muito mesmo. Ele é dividido cronologicamente: de 1900 aos anos 30, anos 40/50, anos 60, anos 70, anos 80 e anos 90. A cada divisão há um pequeno comentário sobre aquele período e seu contexto. Ao longo da leitura podemos perceber o avanço não só da literatura brasileira, como também da sociedade.

"Compreendera que tudo aquilo era inapreensível: enganara-se ou subestimara o instante ao julgar que poderia guardá-lo".- trecho de O Vitral, de Osman Lins, dos anos 40/50.






3- Room, da Emma Donoghue (14/06)

O que esperar de uma história contada por um garotinho de 5 anos, o Jack, que nasceu já em cativeiro, onde vive com sua Mãe, recebendo visitas de seu sequestrador? Isso mesmo, Room fala de um sequestro e tem reviravoltas geniais. Ponto para essa capa linda e para os erros propositais de gramática e vocabulário do Jack. O livro já foi trazido ao Brasil, com o nome de Quarto.

"How is it home if I've never been here?"

Tradução livre: Mas como é um lar se eu nunca estive aqui?








4- O Caçador de Pipas, do Khaled Hosseini (06/07)

Leia meu comentário aqui

"Algumas semanas depois, o Talibã proibiu as competições com as pipas. E, dois anos mais tarde, em 1998, eles massacraram os hazaras em Mazar-i-Sharif".












5- Aspectos do Romance, do E. M. Forster (19/08)

Livro perfeito para quem gosta e/ou se interessa pela escrita, análise e crítica de romances. É uma coletânea de conferências dadas pelo Forster, com uma linguagem bem simples e acessível.

“O mistério é essencial para um enredo, e não pode ser apreciado sem inteligência. Para o curioso, não passa de mais um “E depois?”. Apreciar um mistério requer que uma parte da mente seja posta de lado, ruminando os pensamentos, enquanto a outra segue adiante.”








6- A Menina Que Roubava Livros, de Markus Suzak (02/09)

Diferente de tudo que você já leu. Uma nova e original perspectiva da Segunda Guerra Mundial, onde a Morte nos conta a história de Liesel e sua relação com seus amados, ovelhas-negras na sociedade nazista.

      ".UMA TURNÊ GUIADA PELO SOFRIMENTO.
À sua esquerda,
                                         talvez à sua direita,
                                      ou até direto em frente,
você encontrará um quartinho escuro.
Nele está sentado um judeu.
Ele é a escória.
Está morrendo de fome.
Sente medo.
      Por favor, procure não desviar os olhos."


7- Loucas Noites- Wild Nights, da Emily Dickinson e tradução da Isa Mara Lando (02/11)

Esse livro recebeu 5 estrelas pelo conjunto: por poesias extremamente sensíveis, pelo fato de ser bilíngue e por ter comentários da tradutora. Eu, como estudante de tradução, achei tudo isso uma dádiva. Também gostei de ter conhecido essa clássica poetisa norte-americana, apesar das controvérsias. Ponto para a diagramação: o livro é cheio desenhinhos e da cor lilás.

"Pass to thy Rendezvous of Light
Pangless except for us -
Who slowly ford the Mistery
Which thou has leaped across!
______________________________

Vai para o teu Encontro em plena Luz
Sem sofrer, exceto por nós -
                                                Que lentamente vadeamos o Mistério
                                                   Sobre o qual tu saltaste, veloz!
                                                  _____________________________________

"Veloz" foi acrescentado como rima para "nós". E, mais uma vez, usar "tu" em vez de "você" favorece o poema (...)"


8- The Illustrated Man, do Ray Bradbury (09/11)

Eu mal sei o que dizer dessa obra-prima. Esse livro é composto por 18 contos: eles são as histórias de cada uma das tatuagens do "homem ilustrado". Todas elas se passam no futuro, onde a mesa faz a nossa comida e já temos colônias em Marte. Eu fiquei totalmente apaixonada pela escrita do Ray Bradbury, é mágica, poderosa. Lembro-me de como suas afiadas descrições me faziam sentir exatamente o que estava escrito. Maravilhoso.

"Can't you recognize the human in the inhuman?" (The Fire Baloons)

Tradução livre: Você não consegue reconhecer o humano no não-humano?





9- O Silêncio dos Inocentes, do Thomas Harris (14/11)

Esse é o segundo livro que a personagem Hannibal Lecter, psiquiatra e serial killer, aparece, mas o primeiro onde ele tem destaque. E um destaque merecido, diga-se de passagem. Ele é minha personagem favorita do livro, cheio de personalidade, truques e surpresas. Todo o enredo é muito bem montado, tudo tem sua razão. A única coisa que não gostei não tem nada a ver com o autor: a tradução deixou muito a desejar. O "traduzir ao pé-da-letra" foi o erro mais corrente e agoniante.











10- Pronunciamentos do Papa Francisco no Brasil (11/12)

Se você gostou do que o Papa disse no Brasil, você vai gostar do livro. Simples assim. Está tudo aí. Recomendo não só aos católicos, mas a qualquer um que tenha se identificado com o Papa Francisco.

"A grande sensação de abandono e solidão, de não pertencerem sequer a si mesmos que muitas vezes surge dessa situação, é dolorosa demais para ser silenciada. Há necessidade de desabafar, restando-lhes então a via da lamentação. Mas a própria lamentação torna-se, por sua vez, como um bumerangue que regressa e acaba aumentando a infelicidade. Ainda poucas pessoas são capazes de ouvir a dor: é preciso pelo menos anestesiá-la"






11- Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa (28/12)

Que. livro. é. esse? Como vocês podem perceber pela data, eu ainda estou sob o efeito desse clássico maravilhoso. Ele pode assustar, pelo tamanho e pela linguagem, mas não se sintam acanhados. Você vai se surpreender do começo ao fim (principalmente no fim). Essa é a história da jornada do jagunço Riobaldo pelos sertões de Minas Gerais e da Bahia, com algumas pequenas passagens em Goiás. É o Riobaldo mesmo que conta, numa conversa que começa na primeira página e termina só no fim. Isso mesmo, não sabemos exatamente quem é o ouvinte das aventuras dele. Só lendo para saber o que é, um épico brasileiro.

"Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras, de recente data".  




Faixa Bônus


Girl In Translation, da Jean Kwok (08/03)

Quis colocar nessa lista um livro que eu tenha dado 4 estrelas, e entre Jogos Vorazes, Sashenka e O Mundo de Sofia, escolhi esse, por nunca tê-lo mencionado aqui no blog (acredito eu).
Essa é a história de ah-Kim, uma chinesa que vai morar com sua mãe nos Estados Unidos, em busca de uma vida melhor.Vemos a garotinha crescer (o romance é coming-of-age) entre fábricas clandestinas, esforço nos estudos e paixões. Vale muito a pena, principalmente se você gosta de histórias que envolvam culturas diferentes, superação, e onde você pode ver o grande progresso da personagem.

“What a relationship looks like on the outside isn't the same as what it's like on the inside. You can be more in love with someone in your mind than with the person you see every day.”

Tradução livre: A aparência de um relacionamento do lado de fora não é a mesma da de dentro. Você pode estar mais apaixonado por alguém em sua mente do que pela pessoa que você vê todos os dias.


Vocês leram algum livro dessa lista? Gostaram? Deixem nos comentários.

Feliz ano novo! Se você andou lendo meu blog ultimamente, obrigada! Se está lendo só hoje, obrigada também!

domingo, 15 de dezembro de 2013

Encontros e Visitas

Hoje quero falar um pouco sobre como estamos vivendo nossas relações interpessoais, sobre encontros e visitas, vida "real" e vida "virtual".

Desde as últimas férias de Julho eu estou com essa vontade e inspiração de, cada vez mais, encontrar pessoas, participar de confraternizações, conversas, passeios, ou simplesmente visitas. Tudo isso é consequência de uma semana que eu passei  sem contato nenhum com a internet. Eu até tinha acesso, mas simplesmente não quis porque a vida aqui "fora" estava boa demais para que eu desperdiçasse, com tudo que eu mencionei acima. Claro que havia um motivo especial, era uma semana missionária. Porém, não quis deixar essa chama morrer, e até hoje busco, sempre que possível, continuar esse legado.

Alguns motivos para nossa falta de encontros é essa vida corrida, o cansaço, o desânimo, e, claro, a ascensão das novas tecnologias de comunicação. Se sou contra essas últimas? Não mesmo! Conheci uma das minhas melhores amigas pela Internet, mantenho contato com grandes novos amigos pela Internet, e muito mais. O que não podemos é desdenhar, menosprezar, esquecer o valor e a beleza de sair com a família e os amigos, conhecer novos lugares e pessoas.

Dentro desse tema encontros, há as visitas, que figuram no título dessa postagem porque, para mim, são de extrema importância. Mostram que você se importa com o visitado, que você quer estar junto dele e levar alegria, consolo, apoio, amizade. E visitas não precisam sempre ser no mundo "real". Uma ligação ou até mesmo uma mensagem por celular ou internet para perguntar àquele amigo como foi aquela prova, ver se sua tia está melhor daquela dor, ver se sua prima já terminou aquele projeto da faculdade, e por aí vai...

Espero ter passado minha mensagem: de que esses encontros, visitas e afins adocicam nossa vida, são pérolas de amor e amizade, sementes que não podemos deixar de cultivar.





Até a próxima!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

[Homenagem] Nelson Mandela, um exemplo de amor

Nelson Mandela não se foi. O corpo, sim; o legado, nunca.

Enquanto nos lembrarmos dele, o homenagearmos (e isso devemos fazer sempre, mais e mais), a sua força, a sua mensagem, o seu amor pelo mundo continuará a dar frutos, continuará a mover o mundo.

Um dos meus filmes favoritos é o Invictus, onde Morgan Freeman interpreta Mandela, na adaptação cinematográfica de uma história real: como o presidente da África do Sul uniu um país por meio do esporte, o rugby.

Algo assim tremendo só pode ser alcançado por alguém que ama. Ama de verdade. Ama o mundo, acima de todas sua mazelas. Porque o amor dá coragem. O amor dá esperança. O amor gera amor.

Nelson Mandela nos faz ter orgulho da humanidade. Faz-nos ter esperança na humanidade. É o exemplo de que as coisas boas são mais poderosas do que as ruins.

Abaixo está o poema "Invictus", do inglês William E. Henley, e uma tradução feita por André C. S. Masini. Esse poema foi forte fonte de inspiração para Mandela no exílio.

Invictus

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid. 
It matters not how strait the gate,
How charged with punishment the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.


Invictus 
Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.
Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza. 
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.



 Descanse em paz, Madiba.

domingo, 24 de novembro de 2013

Tag: Qual é a música?

Hoje vou responder uma TAG que vi no blog da portuguesa Silvana (Por detrás das palavras), criada pelo também português I Only Have. Como vocês viram pelo título, fala de música.  São 20 questões, e eu escolhi não mudar a grafia portuguesa. Vamos lá?

1) Qual foi a música que te fez chorar/rir?

Eu nunca chorei com música, mas uma que deixou meus olhos marejados foi For The Love of a Daughter, da Demi Lovato. Eu sou daquelas que nem tenho os problemas expostos na música, mas mesmo assim me emocionei muito. A voz dela, a melodia, e conhecer a história dela fizeram algumas lágrimas se formarem em meus olhos.


Eu também quero citar uma que me tenha feito rir, e essa foi I Would, do One Direction. Ela foi escrita pelo Tom, Danny e Dougie do McFly, e podemos perceber isso pela personalidade brincalhona e irônica própria da banda. 



2) Qual a música que associes à tua infância/adolescência?

À minha infância eu associo qualquer música da banda Rouge, da qual eu era super fã.


Apesar de ainda me considerar adolescente, já tenho 18 e vou escolher uma música que com certeza terá sempre um sabor de adolescência para mim: That's Just The Way We Roll, dos Jonas Brothers. É praticamente um hino.



3) Uma música que consideres um clássico

Eu considero Pontes Indestrutíveis um novo clássico, junto com a própria Charlie Brown Jr. A música é incrível e a banda é considerada uma das melhores da música brasileira, tendo seu fim apenas pela morte do Chorão e, logo depois, do Champignon.




4) Uma música que te faça sentir bem mal a oiças.

Qualquer uma daquelas que eu fico rezando para que toque, e atualmente uma dela é Solamente Tú do Pablo Alborán.



5) Qual foi a música que te fez vibrar no último concerto que assististe?

Depois de Let's Go eu juro que me perguntei como ainda estava com voz. O vídeo abaixo foi feito por mim, perfeito exemplo da minha vibração.



6) Qual a música que sabes a letra de cor?

Claro que sei a de muitas, mas para representar eu vou colocar Me Voy, do RBD.



7) Qual foi a música que te fez vibrar este verão? 

Como o verão europeu é o nosso inverno, colocarei aqui a que me fez vibrar...no inverno! A escolhida foi Waki Waki, uma música que os peregrinos franceses da JMJ nos ensinaram na Semana Missionária e que eu não tenho a menor ideia do que fale.


8) Uma música que gostes de um/a artista/banda que nem podes ver pintado/a de ouro.

Sem resposta


9) Uma música que transmita uma mensagem.

Eu escolho Te Necesito, da dupla colombiana Cali y el Dandee. Num primeiro momento você pode pensar que é uma história de amor, mas na verdade é como uma carta de um bebê à sua mãe, tentando convencê-la de não cometer um aborto. É uma música muito boa e bonita. (Só uma observação: às vezes eles usam muito autotune, sem necessidade. Mas eu escuto porque gosto da letra e também da voz normal deles haha)



10) Qual a música que adoras ouvir ao vivo ou em acústico?

Eu gosto muito de Gotta Find You, da trilha sonora de Camp Rock. É o tipo de música que todo mundo canta junto e fica lindo de se ouvir.




11) Qual  a música que associes a um livro/filme

Foi um pouco difícil lembrar, mas finalmente pensei em Long Live, da Taylor Swift, perfeito para a saga Harry Potter.



12) Uma música que associes reacções (vontade de saltar, de dançar, de correr, histerismo, dormir, nostalgia, etc.)

Wake Me Up, do Avicci com o Aloe Blacc, me dá muita vontade de dançar e cantar!



13) Uma música que adores a cover.

Eu gosto mais da versão do Renato Vianna de João de Barro do que a original, do Leandro Léo.




14) Uma música que ficaste surpresa/o por saber quem a canta.

Sem resposta.

15) Uma música que te faça lembrar alguém importante para ti.

Essa música recebeu reações controversas dos fãs dos Jonas Brothers, e sempre que eu a ouço eu lembro de uma amiga minha que, assim como eu, vê a genialidade dessa canção, que tem sim uma ótima mensagem: Dont Charge Me For The Crime com participação do rapper Common.



16) Qual a música que todos gostam e tens um ódiozinho de estimação?

Sem resposta.

17) Uma música que gostasses de ouvir num momento importante da tua vida.



18) Uma música que gostes sem ser em inglês



19) Qual foi a última música que ouviste?

Ontem ao assistir o 1D Day.



20) Diz uma das tuas músicas favoritas




Espero que tenham gostado, sintam-se à vontade para responder a TAG em seus blogs, ou comentar aqui mesmo (principalmente as que eu não consegui responder).

domingo, 10 de novembro de 2013

Para Refletir: Poema "Capitulação", de Luís Fernando Veríssimo

Capitulação

Delivery
Até pra telepizza
É um exagero.
Há quem negue?
Um povo com vergonha
Da própria língua
Já está entregue.

---Luís Fernando Veríssimo

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A língua é um dos maiores elementos constituintes e resultantes de uma cultura.

A língua é ferramenta de união.

A língua é um dos nossos maiores patrimônios, e como tal, deve ser cuidada, preservada e amada.


Qual é a sua reflexão?